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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

domingo, 28 de agosto de 2011

São-pulinos protestam contra Ricardo Teixiera em Santos

Na Vila, torcida do São Paulo faz manifestação contra R.Teixeira

Os torcedores são-paulinos que compareceram ao Estádio Urbano Caldeira, a Vila Belmiro, em Santos, fizeram manifestações contra o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, na tarde deste domingo. O time da capital encara a equipe da casa em clássico válido pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro.
No protesto, os são-paulinos armaram-se com cerca de 400 faixas pedindo a saída do dirigente do comando da confederação. O protesto foi organizado por diversas torcidas organizadas, que usarão a rodada de clássicos deste domingo no torneio nacional para atingir a cúpula do futebol brasileiro.
"É uma maneira de atingirmos a CBF de forma pacífica. Acho válida a manifestação e espero que todas as outras torcidas também tenham aderido", afirmou Murilo Braga, torcedor de uma das organizadas do São Paulo presentes na Vila Belmiro. No clássico, o São Paulo virou o primeiro tempo vencendo por 1 a 0, com belo gol de Lucas.

Ditadura no futebol II: Não deu certo o povo protestou

Após ameaças, protestos anti-Teixeira ocorrem em Santa Catarina

Presidente da FCF proibiu protestos. Justiça Federal concedeu liminar

Apesar de Delfim Pádua, presidente da Federação Catarinense de Futebol (FCF), ameaçar que manifestações contra Ricardo Teixeira seriam reprimidas em Santa Catarina, torcedores de Figueirense e Avaí puderam se manifestar livremente.

Amparados por uma liminar concedida pela Justiça Federal de Santa Catarina, faixas anti-Teixeira foram exibidas no Estádio Orlando Scarpelli, local do clássico entre Figueirense e Avaí.

Os protestos aconteceram em praticamente todos os estádios que receberam jogos da última rodada do primeiro turno do Brasileiro. A ação foi coordenada pela Confederação Nacional das Torcidas Organizadas (Conatorg).

De acordo com Wildner Paula Rocha, presidente da entidade, esta foi apenas a primeira de uma série de manifestações contra a permanência de Teixeira no comando da CBF.

Fonte: http://spfc.net

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Ditadura no futebol

Federação Catarinense proíbe protestos contra Ricardo Teixeira durante jogo

Entidade diz que não vai tolerar ofensas no clássico entre Figueirense e Avaí

  • A Federação Catarinense de Futebol (FCF) anunciou nesta quinta-feira, por meio de nota publicada em seu site oficial, que não tolerará protestos contra o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, no clássico de domingo, entre Figueirense e Avaí, no Orlando Scarpelli. Organizados via internet, torcedores de diversos clubes do País prometem uma série de manifestações contrárias ao mandatário do futebol brasileiro na rodada de clássicos do Brasileirão, neste final de semana.



    Foto: João Havelange e Delfim Pádua Peixoto Filho ( Presidente da Federação Catarinense de Futebol )


    A FCF, se dizendo respaldada também pelas posturas adotadas pelos presidentes de Avaí e Figueirense, que "se mostraram absolutamente contrários a este tipo de atitude por parte de seus torcedores", ressalta que qualquer manifestação contrária a Ricardo Teixeira se configuraria numa infração ao artigo 13-A, inciso IV do Estatuto do Torcedor. Ali se lê que, para ter acesso e permanecer em um recinto esportivo, não é permitido ostentar cartazes, bandeiras, símbolos ou outros sinais com mensagens ofensivas, inclusive de caráter racista ou xenofóbico. As críticas a Teixeira se caracterizariam como ofensas.

    Desta forma, a Federação Catarinense lembra que o não cumprimento das condições estabelecidas neste artigo implica a proibição de ingresso do torcedor no estádio ou, se for o caso, o seu afastamento imediato do estádio. Deixa claro que o torcedor que protestar contra Teixeira poderá ser expulso do Orlando Scarpelli.

    A FCF ainda reafirma o apoio a Ricardo Teixeira, "que sempre foi um amigo e deu suporte ao futebol catarinense", usando como argumento um trecho da Constituição Federal que diz que "ninguém será considerado culpado até o transito em julgado ter sentença penal condenatória".

  • Publicado em www.spfc.net

    quarta-feira, 27 de abril de 2011

    Revoada Tucana: Onde isso vai parar?


    O fim do PSDB paulista se avizinha. Além da debandada de sete dos 13 vereadores do partido na capital, fruto da disputa entre esse grupo de parlamentares e aliados de Alckmin. Agora chegou a vez de Ricardo Montoro, filho do ex-governador Franco Montoro e um dos fundadores do PSDB, que disse a imprensa viver um “extremo desconforto” no partido após as recentes baixas.

    Montoro como Walter Feldman, também apoiou a eleição de Gilberto Kassab contra Geraldo Alckmin à prefeitura em 2008. Agora, ocupa o cargo de vice-presidente da Cohab. "Evidentemente não estamos confortáveis no PSDB. Sentimos falta de conversa e de democracia. Está faltando diálogo. Não sou chamado para reuniões e conversas, para me opor ou para concordar." Questionado se deixará a legenda, ele afirma: "Quero tomar uma atitude prudente. Estou refletindo. Mas que não estou confortável no partido, não estou".


    Comenta-se nos poleiros reais da cidade, que o movimento realizado por Kassab foi uma iniciativa solitária. Segundo tucanos de alta plumagem ligados ao Governados paulista, José Serra estaria a par dos movimentos das três legendas que formam o arco da direita no país e acompanha de perto o crescimento do PSD. Segundo colunistas paulistanos, “José Serra não seria ‘apenas espectador’ da debandada de tucanos rumo ao PSD de Gilberto Kassab”. Renata Lo Prete, publicou em sua coluna que “Alckmin e aliados acreditam que Serra não somente sabe mais do que aparenta sobre as negociações conduzidas pelo prefeito de São Paulo como, em pelo menos alguns casos, foi consultado e pouco ou nada fez para evitar a dissidência”.


    Serra sabe muito bem que a bola da vez no PSDB, agora, é o Aécio Neves e que não conseguirá deter a candidatura do mineiro à sucessão de Dilma. Talvez a única saída para ele fosse mesmo a que ele parece estar adotando: migrar para um novo partido e levar com ele os aliados que conquistou no DEM e no PPS.


    Os vereadores que já bateram asas são: Gilberto Natalini, Dalton Silvano, José Police Neto, Ricardo Teixeira, Juscelino Gadelha, Adolfo Quintas e Souza Santos. Eles negaram que tenham acertado a filiação a outro partido. A maioria, entretanto, tende a ingressar no PSD, novo partido do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.